Comunicar é primeiro interesse atendido
Empresas no início investem em emails e centralização de dados
O Estado de São Paulo – Agosto de 2008

Diva Ramalho é sócia de uma administradora de escritórios de advocacia. A empresa é a S&A Serviços Empresariais, criada há seis anos e atualmente com dez funcionários.

Recentemente, ela resolveu contratar os serviços da empresa Drive IT para orientar e programar um projeto de ampliação do sistema de informatização que envolveu inclusive a compra de servidores.

Entre os software indicados pela Drive IT, está o Google Docs, que Mateus Proto, diretor da Drive IT, indica como uma ferramenta interessante para empresas de menor porte (aceita Word, Excel, PowerPoint, etc...).

Diva conta que logo que abriu a empresa já fez investimentos em informática. São atualmente dez PCs utilizados, todos alugados em contrato feito com a Telefônica.

Diva explica que no momento tem 12 escritórios de advocacia sob sua administração “e é essencial que tenhamos um sistema informatizado para lidar com tantas informações”.

Seu sócio na S&A Serviços Empresariais e também sócio do escritório de advocacia Sicherle, Katalan, Sampaio e Whitaker Advogados, Camilo Sicherle, explica que o escritório passou pelo mesmo processo que a empresa da Diva, também utilizando os serviços da Drive IT.

O escritório existe há sete anos e tem 22 a 25 funcionários, dependendo da época. ”Sempre tentamos ter a melhor tecnologia que pudéssemos conseguir, ou comprando ou desenvolvendo internamente” conta Sicherle. ”Somos uma empresa globalizada e não se pode ter um parque de informática que não corresponda às necessidades de uma empresa como a nossa”, salienta.

Ele acha que no Brasil ainda faltam soluções específicas para empresas de menor porte – “não existe solução customizada para quem tem menos de 90 usuários” – e cita a presença de um consultor/técnico, que dê orientação e suporte, como “essencial”.

Aliás, diz ele, foi por isso que o escritório desenvolveu muitas soluções internamente, simplesmente porque não conseguiram achar nada no mercado que os atendesse.

Para adquirir o hardware da Dell, o escritório usou a linha do BNDES, pagando parceladamente. Este ano o escritório já investiu cerca de R$50 mil em informática, particularmente em hardware.

“Eu tinha zero de conhecimento de informática quando abri o escritório, mas sempre fui um cliente exigente.” diz Sicherle.

Pelos Clientes

Focada em serviços de marketing (vendas, promoções, campanhas), a Conceptive, de Renato Voltarelli, existe há um ano e tem 12 funcionários. Até o momento, diz ele, foram investidos cerca de R$25 mil em informática. São dois laptops e quatro notebooks. ”Tenho de acompanhar a tecnologia que meus clientes utilizam”, salienta Voltarelli, citando software de agendamento compartilhado. ”Só tomo cuidado para não gastar demais em poucas ferramentas, porque sempre tem coisa nova. Ele diz que sempre foi usuário de computador: ”Sabia como lidar no dia-dia, mas não sabia utilizar a tecnologia como ferramenta administrativa empresarial”. Software de gestão ele ainda não adquiriu.

Aliás, é normal que as ferramentas de gestão sejam adquiridas em segunda fase pelos empresários, diz Proto, da Drive IT. ”O primeiro intuito do empresário é a comunicação e a centralização de informação.” Segundo ele, no início da empresa, é possível ter um sistema adequado com cerca de R$1,2mil.

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